Prefeitura anuncia tarifa social a R$1 e renovação da frota de ônibus

A maior renovação de frota de ônibus da cidade foi anunciada pelo prefeito Pedro Bigardi, acompanhado do secretário de Transportes, Wilson Folgozi, no Paço Municipal.

Dos 68 novos ônibus que estarão circulando até março deste ano, 20 foram apresentados nesta manhã. A novidade faz parte do pacote de mobilidade urbana, que inclui a tarifa social a R$1 no primeiro e terceiro domingo de cada mês, começando neste domingo (1º de fevereiro).

Do total de 301 ônibus da frota jundiaiense serão 68 substituídos pelos novos e todos com acessibilidade. “A nossa frota já tem 63% dos carros acessíveis. Com esses 68 novos, teremos cerca de 85% de acessibilidade”, afirma Folgozi.

Ainda de acordo com o secretário, os ônibus são modernos, com câmbios automáticos, o que garante maior conforto e segurança aos usuários, além de ter o letreiro frontal e lateral. Nenhum deles, porém, tem ar condicionado ou wi-fi.

Sobre a tarifa social, Folgozi comenta que a expectativa é que o número de passageiros aos domingos aumente. “São 35 mil passageiros por domingo. Com a tarifa, esperamos que esse número aumente e, conforme a necessidade, nós intensificaremos o número de ônibus em algumas linhas.”

A linha 578 (Hortolândia) será a primeira a receber reforço aos domingos por levar grande número de passageiros ao Parque da Cidade. O intervalo de de 30 minutos passará a 15 entre um veículo e outro.

Bilhete Único
Com dinheiro ou com qualquer cartão, todos os passageiros pagarão apenas R$1 aos domingos, com exceção dos idosos e deficientes que já são isentos.

O benefício do Bilhete Único também vale com a tarifa. Além de ser mais prático e ágil, traz maior segurança aos usuários. Já são 13.350 pessoas cadastradas no Bilhete Único. De dezembro de 2014 a janeiro de 2015, mais 1.320 pessoas se cadastraram, tendo um aumento de 11%.

“Levamos em conta que janeiro as pessoas estão em férias e o ritmo é mais devagar. Mas a expectativa é que o cadastro no Bilhete Único aumente ainda mais”, completa Folgozi.

 

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