Paulo Roberto Galvão, consultor e empresário da contabilidade de 48 anos, chega ao comando da Secretaria das Finanças, uma das principais secretarias municipais com a missão de dar continuidade a um trabalho que ele mesmo considera positivo.

“Meu desafio é dar continuidade ao bom trabalho que vem sendo feito”.

Galvão conhece relativamente a Secretaria de Finanças, para a qual já prestou consultoria, e tem um bom relacionamento, especialmente com a Diretoria de Tributos.

“Eles fazem um trabalho realmente diferenciado. Eu cheguei a apresentar esse ano na FEA-USP (Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo) um trabalho de pesquisa de gestão tributária pública com base em trabalhos realizados pela Prefeitura de Jundiaí”

O secretário indicado reconhece que Finanças é uma secretaria difícil e “importantíssima”.

“Porque estamos falando de um orçamento maior do que de muitas capitais e até de alguns estados”.

Galvão, no entanto, quer avançar. E considera usa prioridade a implantação do Controle interno de toda a Prefeitura.

“É uma exigência constitucional para todas as empresas públicas. Eu já vinha conversando isso quando eu era funcionário do Tribunal de Contas. Sou jundiaiense e tenho interesse. Era uma intenção do José Antonio (Parimoschi), atual secretário”.

O controle interno é um órgão vinculado ao chefe do executivo para fazer o controle. Como acontece na iniciativa privada com a auditoria interna. Para ações preventivas. E às vezes corretivas.

“Porque o processo é complexo e sujeito a falhas”.

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