Uma Câmara Municipal com 12 partidos e tendência conservadora

Câmara Municipal de Jundiaí ficou formada para 2017-2020 pelos seguintes vereadores:

Cristiano Lopes, Douglas Medeiros e Edicarlos Vieira, pelo PSD, Gustavo Martinelli, Wagner Ligabó, Rafael Antonucci e Faouaz Taha pelo PSDB, Arnaldo Ferreira de Moraes pelo PDT, Marcelo Gastaldo pelo PTB, Cícero Camargo da Silva pelo Pros, Márcio Pentecostes de Sousa pelo PMDB, Adriano “Dika” Santana dos Santos e Romildo Antonio pelo PR, Paulo Sérgio Martins pelo PPS, Antonio Carlos Albino pelo PSB, Roberto Conde pelo PRB, Rogério Ricardo pelo PHS e Leandro Palmarini e Valdeci Delano pelo PV.

São 12 partidos em 19 vagas e também nove reeleitos (taxa de renovação de 52,63%).

Com relação ao eleitorado, lembrando que o que vale é que as vagas foram definidas por quocientes eleitorais da divisão dos votos válidos por cadeiras disponíveis para partidos ou coligações (10.668,79) e com também quociente mínimo de votos individuais neste ano (1.066.88) a soma dos votos nominais dos eleitos atinge 55.336 ou 19% do eleitorado total.

A fórmula de cálculo explica a ausência, na nova legislatura, de candidatos bem votados (em alguns casos mais do que alguns eleitos) como Dirlei Gonçalves (PV), Cláudio Miranda (PRP), Rafael Purgato (PCdoB), Gerson Sartori (PSD), Zé Adair (PHS), Zé Dias (PR), Paulo Malerba (PT), Silvana Baptista (PSDB), Adilton Garcia (PSD), Elton Ienne (PHS) ou Marcos Brunholi (PSD).

De qualquer maneira, como reflexo dos tempos, a nova Câmara não vai mais contar com partidos identificados claramente como de esquerda. E também não conta com representantes de mulheres e minorias. Se essas características vão marcar uma tendência mais conservadora ou equilibrada é algo a ser confirmado pelos eleitos.

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