Parimoschi e a transição: “A situação econômica parece bem difícil”

Na primeira reunião da equipe de transição de governo realizada na sexta-feira, 11, o responsável pelo time de Luiz Fernando Machado, José Antonio Parimoschi, apresentou um documento com 45 itens que quer ver respondidos para ter uma avaliação precisa da situação do município.

“A situação econômica parece bem difícil”, disse ele depois de conversar com a equipe de transição designada por Pedro Bigardi.

Pela administração, estiveram presentes o secretário de Administração, Dênis Crupe, o secretário de Negócios Jurídicos, Adilson Messias, o advogado Edson Aparecido Rocha e o diretor financeiro Celso Luiz Colletti.

Do outro lado da mesa, o coordenador do grupo apontado por Luiz Fernando, José Antônio Parimoschi, o subcoordenador Gustavo Maryssael de Campos, o ex-secretário Clóvis Galvão além de Fernando de Souza e Thiago Maia Pereira.

Time formado. Hora de investigar como andam, especialmente, as contas da Prefeitura. Parimoschi está preocupado com o que vê e já sabe.

O objetivo é, segundo ele, em primeiro lugar ter uma noção clara de como andam as finanças da Prefeitura. Parimoschi é um especialista no assunto e foi secretário de Finanças do governo Miguel Haddad-Luiz Fernando Machado.

“O processo de transição foi instituído justamente para que não exista uma quebra no serviços públicos durante a troca de governo. É um processo absolutamente republicano”.

A equipe comandada por ele pediu ao secretário de Administração, Denis Crupe, que abra o sistema de dados da Prefeitura para que a nova equipe entre em contato direto com as contas municipais, sem a necessidade de troca de papéis.

“Pedi acesso ao sistema e uma sala onde quatro profissionais vão trabalhar diariamente. O acesso vai facilitar o entendimento e permitir um diagnóstico mais preciso”.

Parimoschi e a equipe do novo governo olham especialmente para o pagamento dos compromissos do Hospital São Vicente, que vencem em 5 de janeiro de 2017, os kits de uniformes para a escolas e todas as ações de governo programadas para o início de janeiro.

“Não queremos uma quebra de continuidade. O cidadão precisa ser bem atendido. Por isso a transição foi instituída. Com isso ganha a cidade. É uma garantia de que obras e serviços essenciais não terão interrupção com a troca de governo”.

O responsável pela transição disse que vai analisar junto com o prefeito eleito Luiz Fernando Machado os principais projetos e, diante da situação de caixa, decidir as prioridades.

“Responsabilidade social e responsabilidade fiscal devem vir juntas”.

 

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