Na manhã desta segunda-feira (17) passei na Starbucks do Jundiaí Shopping, que fica dentro da Livraria Saraiva, para um test-drive da primeira loja da rede na cidade.

Gosto muito da rede Starbucks não apenas pelo café (gosto de um café americano) mas pelo clima das lojas.

Quando a rede veio para o Brasil acompanhei a abertura das primeiras lojas em São Paulo – eu morava lá – e inclui a rede na minha rotina . Já gostava da Starbucks que conheci em outros países.

A ideia da rede é criar um lugar entre o trabalho e casa. Um point onde pessoas podem se encontrar para um bom café (existem centenas de tipos e cada um pode acrescentar um outro tanto de coisas para deixar seu café mais exclusivo).

A exemplo que aconteceu nos Estados Unidos, onde a rede foi criada (a patir de uma única loja em Seatlle), a Starbucks no Brasil passou a atrair um público diferenciado, que gosta de novidades e, especialmente do clima.

Numa Starbucks você pode ficar horas trabalhando sem que ninguém diga qualquer coisa.

Há lojas grandes e muito confortáveis. Outras são pequenos balcões. A loja de Jundiaí fica entre as duas.

Tem algum conforto de sofás, e mesas pequenas. Por estar dentro da Saraiva, divide o clima com o da livraria, que também é legal — mas é outra coisa.

Mas é bem organizada e segue a nova linha arquitetônica da rede, que confere um aspecto de mais solidez. Mais refinamento. Os móveis e equipamentos são de alta qualidade e um bom gosto sóbrio.

Na manhã desta segunda, duas funcionárias ainda em fase de aprendizagem atendiam aos fregueses. Pedi um tradicional tall (o tamanho menor) americano. Um café feito com duas doses de expresso e completado com água quente) e um pão de queijo.

Demorou bem mais do que numa Starbucks usual. Mas o problema maior, pra mim, foi o próprio café. Eu nunca tinha visto um café da Starbucks amargar na boca. E vi isso hoje – talvez seja eu, mas confesso que achei estranho o gosto.

E o pão de queijo estava ressecado. E duro. Não foi uma boa primeira impressão.

Para comparar, estive na Starbucks da Alameda Santos semana passada e o café, como sempre, estava ótimo.

Outras coisas características da rede não encontrei na loja: o som ambiente, sempre uma seleção das melhores by Starbucks, e a conexão wirelles. Coloquei meu celular para procurar uma rede wi-fi e não achei.

Segundo o site da empresa, agora a Starbucks oferece Wi-Fi com um só clique, gratuito e ilimitado, a todas as lojas de propriedade da empresa situadas no Brasil.

Isso quer dizer que agora o Wi-Fi na Starbucks: É gratuito – não requer o Cartão Starbucks. Basta fazer um cadastro.

Talvez ela ainda não esteja em operação na loja do Jundiaí Shopping. Tomara. Starbucks sem internet não é um Starbuks completo.

Como disse, sou cliente Starbucks e aposto no sucesso da rede que vem crescendo no Brasil. Fico feliz que ela esteja aqui. E hoje posso dizer que agora tenho um bom motivo para ir ao Jundiaí Shopping.

Mas outra coisa que senti falta aqui foi daquele clima “descolado” das lojas (comum no mundo) onde gente diferentes atendem de um jeito Starbucks de ser. Em São Paulo, por exemplo, fiz amizade com muitos dos atendente.

Espero poder fazer o mesmo por aqui.

É preciso, no entanto, dar um desconto. Afinal, a loja está aberta há poucos dias. Falta ainda o ritmo de trabalho. Normal. E as pessoas são educadas e atenciosas.

 

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