Léo Bigode: “É preciso trabalhar para ter uma lei municipal de incentivo cultural”

Por Flavio Gut

Léo Bigode é sócio fundador e CEO da Monstro Discos, a mais importante gravadora independente do Brasil e esteve no Amplifica 2017 do Sesc domingo (11) para compartilhar sua experiência em uma das palestras mais aguardadas do evento.

Bigode foi incisivo: “É preciso criar uma lei municipal de incentivo cultural”. Jundiaí ainda não tem uma lei que permita empresários debater do imposto devido incentivo à cultura.

Segundo ele, a criação de uma lei em Goiânia, que seguiu o modelo da lei que já existia em Curitiba, permitiu o fortalecimento dos artistas locais e a criação de uma cena cultural vibrante. 

“A cultura precisa do incentivo. Em Goiânia a lei permite que um empresário invista 100% do imposto municipal em cultura”.

O Festival Goiânia Noise, onde a banda jundiaiense Burt Reynolds tocou no ano passado, chega a reunir mais de 10 mil pessoas. Organizado por Léo Bigode, o festival consegue parte das verbas necessárias para sua realização através da lei de incentivo municipal.

Acompanhe a entrevista completa no video abaixo.

Onde trabalhar uma lei municipal de incentivo cultural?

O melhor ambiente para discutir essa lei é o Conselho Municipal de Política Cultural, que tem uma câmara setorial específica para produtores culturais, onde o tema já surgiu e segue sendo debatido. Interessados em participar do processo podem procurar o conselheiro Gustavo Koch, coordenador da setorial.

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